Aqui as ideias saem sem filtro, sem ponderação, ao sabor dos dias.
Tanto saem que abalaram todas e não admitem aqui mais nada! :(
E agora estou em apuros...
Lady Godiva
......
Please, Aníbal, help me!
:D
Chamei-a de "Disparate". É uma categoria que eu já vinha tendo alguma necessidade de criar, e onde ficarão alojadas as referências para as notícias sobres as coisas mais idiotas ou engraçadas que se fazem neste mundo de gente louca ou irreverente.
A notícia do jornal Sol de hoje deu o mote definitivo.
Então agora parece que há perucas. Para cães. Perucas para cães. Perucas para cães. Perucas para cães!? Não o teclado não avariou, mas eu ia jurar que isto é mais do que um mega disparate.
Se quiserem ver a notícia e fotografias ilustrativas... vejam aqui.
A propósito, lembrei-me da notícia, já do ano passado, que relata que um cagalhão de cão insuflável...gigante.... levantou vôo de uma exposição, percorreu 200 metros, derrubou um cabo de electricidade e partiu uma janela.
Sabem como é que se chamava a "obra de arte"?
- Complex Shit.
Lolllllllllllll. Este é um disparate, mas é dos bons :D A notícia é da BBC News.
Embora goste muito, há muito tempo que não vejo uma telenovela, seja por falta de disponibilidade mental, seja por falta de tempo, ou por outras prioridades na vida; vou apanhando umas cenas engraçadas de vez em quando, mas não sigo fielmente o rumo da história desde o início.Com esta aconteceu-me o mesmo. Mas com o adensar da trama, com o final no horizonte, as coisas, neste caso, tornaram-se muito mais interessantes.
Aquela cena, anterior a Dezembro, em que o Dodi entra num casarão e começa a dizer à Flora o que lá vai colocar quando se instalar é imperdível e terá sido o que me começou a aguçar o apetite.
Esta telenovela tem um belíssimo elenco: o casal mais querido dos brasileiros (e meu também): Glória Menezes (Dona Irene) e Tarcísio Meira (Copola), uma excelente interpretação da Patrícia Pillar, no papel da vilã Flora, que já lhe granjeou vários e merecidos prémios, a belíssima comemoração de 25 anos de carreira da Cláudia Raia como a co-protagonista Donatela.
Mas tem também a afirmação de vários actores, como Cauã Reymond, no papel de Halley, de Miguel Rômulo, no papel de Shiva Lênin, e de Fabricio Boliveira (Didu) e a excelente interpretação de muitos outros, de onde destaco o inexcedível Mauro Mendonça, no papel de Gonçalo Fontini, o impagável Murillo Benício, no papel de Dodi Gentil, e a genuína Lília Cabral, no papel de Catarina. Mas depois há o grande Ary Fontoura (Silveirinha), a espectacular Mariana Ximenes (Lara), o excelente Carmo Dalla Vecchia (Zé Bob), e o grande José Mayer (Augusto César), entre muitos outros com grandes performances.

Já ri muito, já sorri, já chorei, já me emocionei.
E depois há a banda sonora, um delicioso misto de sertaneja, internacional, e o tango, que lhe confere simultaneamente uma carga dramática, possante e divertida!
Talvez por acompanhar mais de perto e com um compasso mais adequado, menos denso, determinada situação e o desenrolar da acção, a teledramaturgia, neste caso a telenovela, seja tão aliciante, nos chegue tão perto.
Ficamos familiarizados com os personagens, que os bons actores vão progressivamente interiorizando, conferindo-lhes subtilezas deliciosas, que nos fazem acreditar na completude e veracidade, de que aquele alguém podia mesmo existir. Não há nada que se compare com a familiaridade e entrosamento que se gera entre o elenco e o público numa telenovela.
Mas nem todas as telenovelas são memoráveis. Algumas são apenas boas enquanto estão no ar, outras nem por isso. Depois, só a custo alguém se lembra com relativo pormenor, ou de algum personagem concreto, com nome e tudo. "Roques Santeiros" são poucos. Na minha modesta opinião, A Favorita já pertence ao restrito núcleo de telenovelas memoráveis.
Resta dizer que a América tem Hollywood, mas tem também o Projac!
E agora, para comemorar esta excelente telenovela que está na recta final, música!
Bajofondo - Pa'Bailar
São coisas que nos põem a pensar não se sabe bem em quê...
Fica aquela curiosidade em tentar deslindar o sentido da convergência de dois sujeitos quando se dá uma determinada conjugação de circunstâncias...
Hã ?
Eu explico:
Posso considerar-me um razoável consumidor de produtos que se vendem em lojas on-line...
...já vender é outra conversa. Ou porque compro bem e não preciso de vender, ou porque dá muito trabalho para o retorno esperado, ou porque é um risco negociar com quem não se conhece.
Desde a minha iniciação nos negócios on-line, em 2002, vendi apenas duas coisas, de que manifestamente não precisava.
E aqui aparece a coincidência:
Nas duas ocasiões, separadas por quase quatro anos, aquando do meu encontro presencial com o comprador, uma ex-namorada minha cruzou-se comigo. Sendo que nesse espaço de quase quatro anos, apenas a vi mais uma vez, sensivelmente a meio desse período.
Qual é o sentido disto, se é que tem ?
Mas, mesmo que não tenha sentido nenhum e seja apenas e só uma coincidência da mecânica universal, não deixa de ser curioso.
Sim, sim, as mensagens eram todas válidas e com os pés bem assentes na terra.
Mas, por outro lado, porquê estar à espera de uma frase que ficasse na memória ? De que servem as frases memoráveis se não houver trabalho que lhe faça jus ?
O que interessa aos americanos e ao mundo é o que vai ser feito a seguir, que dinamismo e soluções o novo presidente e os seus vão encontrar para os problemas com que nos deparamos
Enquanto aguardamos, e eu me desculpo por estas linhas chatas, façam o vosso próprio discurso de tomada de posse aqui.
Vejam no que dá e depois carreguem no link no fundo para verem as pérolas que os outros fizeram.
Ri-me bastante com alguns :D
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