Pedro Abrunhosa, sem óculos, com cabelo, e bem ciente dos contornos do palco!
Aqui as ideias saem sem filtro, sem ponderação, ao sabor dos dias.
Pedro Abrunhosa, sem óculos, com cabelo, e bem ciente dos contornos do palco!
Não, não é. Não é porque este post é mesmo para falar de xixi e cocó.
Primeira coisa que me intriga: o dicionário da Porto Editora (o da Academia de Ciências também) diz que xixi é o equivalente coloquial de urina, mas já quanto ao cocó diz que é "linguagem infantil".
Pergunto-me: como se dirá xixi em linguagem infantil ? Agua amarela ?
E cocó em liguagem coloquial dir-se-à como ? Caca ?
Bom, passando ao que aqui me trouxe verdadeiramente:
Estas expressões são ensinadas aos miúdos para que eles se refiram (primeiramente) ao resultado das suas necessidades fisiológicas de uma forma quase que... carinhosa (blheec! lol). Acontece que, a par de muitas coisas que os pais ensinam aos filhos quando estes ainda não têm idade para aprender sozinhos, esta está errada.
Quando se vai fazer xixi ou cocó (ou sacrilégio, as duas coisas!), o xixi e o cocó não são feitos quando estamos a.. "fazê-los", apenas estamos a deitá-los cá para fora; o nosso corpo foi produzindo e acumulando o xixi na bexiga e o mesmo se passa com o cocó no respectivo "contentor", que em boa altura esvaziamos, e se os vizinhos tiverem sorte, a par de uns aromáticos compostos de enxofre e metano.
E agora vem a comparação de mau gosto, mas inteiramente verdadeira: quando se tem um filho não se diz no dia do parto que a mulher fez um filho ali na altura, pois não ? Um filho/a é o produto de nove meses de gestação.
Conclusão n.º 1: os tabús fizeram asneira da grossa. Na ânsia de afastar os miúdos dos palavrões e de uma linguagem demasiado tótó (um puto de 5 anos a dizer "vou ali urinar e defecar" ia ser a risota da classe), ensina-se-lhes coisas cientificamente erradas.
Conclusão n.º 2: Cagar e mijar é liguagem de "gente rude do campo", mas está certo!
Não há nada como um post de merda para começar a contagem até ao 200!
O tempo era de ânimo (mesmo que apenas nos intervalos do desânimo). Deixávamos que o sol nos aquecesse várias parcelas despidas de nós e agradecíamos a frescura da ondulação a cobrir-nos os pés. Encontrávamo-nos na praia e em outros lugares, e dizíamo-nos um pouco uns aos outros. Um dia, até demos todos as mãos, como se fosse para sempre. Mas algo secreto teremos tomado nessa data, pois não mais fomos os mesmos, aqueles que se desejavam na distância física que os separava, trocando palavras de aquecer o quotidiano, quer das tintas, quer das brancas...
... terá sido uma onda mais alta que nos terá feito mossa no penteado ? Um iogurte de barbatanas de lagartixa que nos fez mal à vesícula ? Um globo tentacular que se espraía nas nossas azeitonas marmeleiras e nos entulhava o guardanapo com acrimónios de entupir o lavagante ? Ou seria isto tudo um perfeito delírio disparatado, fruto da nossa incompreensão do que vai na mente dos outros e do sentido que as coisas nos fazem ? Qual o sentido disto tudo ?
Bem, talvez não acrescente nada à nossa felicidade esta inquietação quanto ao sentido, uma vez que, para certas pessoas, tal palavra se completa, sempre e tão-somente, com os adjectivos 'obrigatório' ou 'proibido'. Ressalva para a existência do 'sentido único', claro! Sentido que é 'unilateral'...
Acho que me fico pelo perfeito delírio disparatado, que acontece aos melhores, obviamente, a gente que, em certos pontos da estrada da vida, se encanta com novidades aliciantes e se deixa imbuir de um espírito de identificação daqueles que estão mesmo a pedir aproximação maior, melhor, crescente...
Ajeitam-se os cabelos, tira-se a remela e intenta-se conhecer e aprofundar o presente num repasto combinado para a partilha das almas que andaram a mostrar-se aos bochechos.
Mas, no local escolhido, a areia da praia escaldava e houve quem não quisesse queimar os pés. E foi assim que os engraçados mais recentes tiveram noção do calejamento das suas plantas, pois calmamente assentaram os pés e ali estiveram a apreciar a zona de conforto dos engraçados mais antigos.
Porque as paixões duram no máximo dois anos, também esta paixão, fulgurante, parece ter acabado. Agora é tempo de perceber se continua amor, amizade, as duas, ou nada disso.
Lady Godiva e Aníbal Meireles
Sonoridade clássica dos anos oitenta, música bem disposta, com uma letra simples e inspirada; um videoclip como pouco se vê: simples, divertido e raro - como é a banda sonora de um filme, os três actores principais aparecem a fazer de coro numa de descontracção. Bons anos oitenta! (Romancing the Stone e Jewel of the Nile, não foi só de Indiana Jones que as aventuras dos anos oitenta foram feitas!)
E além disso gosto muito de algumas músicas deste senhor, Billy Ocean:
When the going gets tough
The tough get going, tough, tough, huh, huh, huh
When the going gets tough, the tough get ready
Yeah, ooooh, du da do da
I got something to tell you
I got something to say
I'm gonna put this dream in motion
Never let nothing stand in my way
When the going gets touch
The tough get going
I'm gonna get myself 'cross the river
That's the price I'm willing to pay
I'm gonna make you stand and deliver
And give me love in the old-fashion way
Woooh
Darlin', I'll climb any mountain
Darlin', I'll do anything
Ooh, can I touch you (can I touch you)
And do the things that lovers do
Ooh, wanna hold you (wanna hold you)
I gotta get it through to you, oooh
When the going gets tough
The tough get going
When the going gets rough
The tough get rough
Hey, hey, hey, hey, hey
Ooooh baby
I'm gonna buy me a one-way ticket
Nothin's gonna hold me back
Your love's like a slow train coming (slow train coming)
And I feel it coming down the track (woh)
Darlin', I'll climb any mountain
Darlin', I'll do anything
Ooh (ooh) can I touch you (can I touch you)
And do the things that lovers do
Ooh, (ooh) wanna hold you (wanna hold you)
I gotta get it through to you (ooh)
'Cos when the going gets tough
The tough get going
When the going gets rough
The tough get rough
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah
Wooh, yeah, yeah, yeah, yeah
Darlin', I'll climb any mountain
Darlin', I'll swim any sea
Darlin', I'll reach for the heaven
Darlin', with you lovin' me
Oooh (oooh)
Oooh, can I touch you (can I touch you)
And do the things that lovers do (can I touch you)
Oooh, wanna hold you (wanna hold you)
I gotta get it through to you
When the going gets tough
Going gets tough
Going gets rough
Going gets rough...
P.S.: Este ainda não é o centésimo post. A doutrina pode eventualmente dividir-se: já a contar com este, existem 100 posts neste blog, mas apenas 99 publicados; um deles está em forma de rascunho e assim vai ficar; logo, o que conta são os publicados. Mesmo que assim não se considere, o próximo será então o "101", o que significa uma espécie de compêndio sobre isto de blogar. Portanto, num caso ou noutro, será sempre especial. A ver vamos é se o conteúdo corresponde :D.
"We believe that the easiest way to change people's behaviour for the better is by making it fun to do. We call it The fun theory."
http://www.thefuntheory.com/
Vejam os vídeos e divirtam-se no dia-a-dia :D
P.S.: Se tiverem uma boa ideia podem candidatar-se até 15 de Novembro e ganhar 2.500 €. Nada mau! É o que se chama juntar o útil ao divertido :D
O Imediato
Sobre nós
Imediatismos
- agora (10)
- Alertas (2)
- crise (7)
- desporto (1)
- Ele há coisas... (13)
- fotografia (2)
- início (2)
- liberdade (1)
- música (7)
- outrora (2)
- Post 100 (1)
- provocação (15)
- rir (6)
- Sei lá o que é isto (10)
Comunicadores natos:
-
-
-
-
Voltei aos bloguesHá 15 anos
-
Portal 2Há 16 anos
-
-
-
Procurar
Em directo:
© Copyright O Imediato. All rights reserved.
Designed by FTL Wordpress Themes | Bloggerized by FalconHive.com
brought to you by Smashing Magazine
